Em 1952, em preparação para uma visita real de Sua Majestade a Rainha, o Conselho Municipal de Auckland, em uma tentativa equivocada de embelezar a cidade, expulsou o povo local Ngāti Whātua de sua aldeia na Baía de Ōkahu e a queimou até o chão.
A música "Ahi Kā" conta a história real e trágica da expulsão forçada de famílias Māori da região de Auckland, na Nova Zelândia, na década de 1950, especialmente da comunidade de Ōkahu Bay. Essas pessoas foram retiradas de suas terras pela prefeitura sob o pretexto de “desenvolvimento urbano”, e suas casas foram queimadas — um gesto simbólico e literal de apagamento cultural.
O título, que significa “fogo contínuo”, faz referência a um princípio tradicional Māori que simboliza a conexão ininterrupta com a terra através da ocupação ancestral. Quando essas casas foram incendiadas, foi como se o fogo do povo fosse apagado à força.
A música "Ahi Kā" conta a história real e trágica da expulsão forçada de famílias Māori da região de Auckland, na Nova Zelândia, na década de 1950, especialmente da comunidade de Ōkahu Bay. Essas pessoas foram retiradas de suas terras pela prefeitura sob o pretexto de “desenvolvimento urbano”, e suas casas foram queimadas — um gesto simbólico e literal de apagamento cultural.
O título, que significa “fogo contínuo”, faz referência a um princípio tradicional Māori que simboliza a conexão ininterrupta com a terra através da ocupação ancestral. Quando essas casas foram incendiadas, foi como se o fogo do povo fosse apagado à força.
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